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	<title>performance web Archives - Leonardo Nascimento | Engenheiro de Software</title>
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	<description>Especializado em backend, APIs e sistemas escaláveis. Experiência em arquitetura de sistemas, integrações, mensageria, performance e aplicações de alta disponibilidade.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 23 Jan 2026 21:01:30 +0000</lastBuildDate>
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	<title>performance web Archives - Leonardo Nascimento | Engenheiro de Software</title>
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	<item>
		<title>Como identificar um projeto WordPress mal feito em 10 minutos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leonardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Jan 2026 11:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[Wordpress]]></category>
		<category><![CDATA[auditoria wordpress]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você não precisa ser especialista nem passar horas auditando código para saber se um projeto WordPress foi mal executado. Em poucos minutos — às vezes em segundos — já dá para identificar sinais claros de problema técnico, dívida acumulada e decisões erradas. Este texto é um guia direto, prático e baseado em experiência real para [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Você não precisa ser especialista nem passar horas auditando código para saber se um projeto <a href="https://leonardonascimento.dev/blog/o-que-e-lighthouse-e-como-usar-para-melhorar-seu-site/" type="post" id="2318">WordPress </a>foi mal executado. Em poucos minutos — às vezes em segundos — já dá para identificar sinais claros de problema técnico, dívida acumulada e decisões erradas. Este texto é um guia direto, prático e baseado em experiência real para reconhecer um WordPress mal feito antes que ele vire dor de cabeça.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-spoiler-quando-e-ruim-os-sinais-aparecem-rapido">Spoiler: quando é ruim, os sinais aparecem rápido</h2>



<p><a href="https://leonardonascimento.dev/categoria/wordpress">Projetos WordPress mal feitos <strong>não falham em silêncio</strong></a>. Eles deixam rastros.<br>O problema é que muita gente não sabe onde olhar.</p>



<p>Em 10 minutos, você consegue ter uma boa noção se está diante de:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Um projeto profissional ou uma bomba-relógio disfarçada de site bonito</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-abra-o-site-no-celular-primeiro-minuto"> Abra o site no celular (primeiro minuto)</h2>



<p>Antes de qualquer ferramenta, <strong>abra no mobile</strong>.</p>



<p>Sinais clássicos de problema:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Site lento para carregar</li>



<li>Layout “pulando”</li>



<li>Texto pequeno ou mal espaçado</li>



<li>Elementos quebrados</li>
</ul>



<p>Se o site já sofre no mobile, o problema geralmente é estrutural — não é “só ajuste fino”.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-inspecione-o-html-2-minutos"> Inspecione o HTML (2 minutos)</h2>



<p>Clique com o botão direito → <em>Inspecionar</em>.</p>



<p>Se você vê:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Camadas infinitas de <code>&lt;div></code></li>



<li>Classes genéricas e repetidas</li>



<li>Estrutura semântica inexistente</li>



<li>Conteúdo principal perdido no meio do código</li>
</ul>



<p>Isso indica <strong>HTML inflado</strong>, típico de projetos feitos no <em>arrastar e soltar</em>.</p>



<p>HTML ruim é sinal de:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>SEO fraco</li>



<li>Performance ruim</li>



<li>Manutenção difícil</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-veja-quantos-arquivos-css-e-js-sao-carregados-1-minuto">Veja quantos arquivos CSS e JS são carregados (1 minuto)</h2>



<p>Abra a aba <strong>Network</strong> do navegador.</p>



<p>Red flags claras:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>15, 20, 30 arquivos CSS</li>



<li>JS sendo carregado em todas as páginas, sem necessidade</li>



<li>Scripts de plugins que nem aparecem na tela</li>
</ul>



<p>Quanto mais dependência global, <strong>pior a saúde do projeto</strong>.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-cheque-a-hierarquia-de-titulos-h1-h2-h3-1-minuto">Cheque a hierarquia de títulos (H1, H2, H3) (1 minuto)</h2>



<p>Use qualquer extensão simples ou até o próprio inspector.</p>



<p>Problemas comuns:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Mais de um H1</li>



<li>H1 usado como elemento visual</li>



<li>Pulando de H2 para H4</li>



<li>Headings usados só para “aumentar fonte”</li>
</ul>



<p>Isso é um tiro no pé para SEO e acessibilidade.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-abra-o-painel-administrativo-2-minutos"> Abra o painel administrativo (2 minutos)</h2>



<p>Se você tem acesso ao admin, a verdade aparece rápido.</p>



<p>Sinais de alerta:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>15, 30, 50 plugins ativos</li>



<li>Plugins com funções sobrepostas</li>



<li>Plugins abandonados ou sem atualização</li>



<li>Tudo resolvido com plugin, nada com código</li>
</ul>



<p>Projeto bom usa plugin como <strong>ferramenta</strong>, não como muleta.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-de-uma-olhada-no-banco-de-dados-1-minuto">Dê uma olhada no banco de dados (1 minuto)</h2>



<p>Mesmo sem aprofundar, alguns sinais gritam:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Tabelas demais para um site simples</li>



<li>Prefixos estranhos</li>



<li>Plugins que criaram dezenas de tabelas</li>



<li>Lixo acumulado de plugins removidos</li>
</ul>



<p>Quando um site institucional tem mais de 200 tabelas, <strong>algo está muito errado</strong>. (História real)</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-veja-como-o-cache-esta-sendo-tratado-1-minuto">Veja como o cache está sendo tratado (1 minuto)</h2>



<p>Perguntas simples:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Tem cache?</li>



<li>Cache é de página, objeto, CDN?</li>



<li>Limpa cache a cada acesso?</li>
</ul>



<p>Cache mal configurado é quase tão ruim quanto não ter cache nenhum.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-observe-como-o-site-reage-a-pequenas-mudancas">Observe como o site reage a pequenas mudanças</h2>



<p>Esse é um teste indireto, mas poderoso.</p>



<p>Pergunte:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Atualizar um plugin quebra layout?</li>



<li>Trocar tema é inviável?</li>



<li>Qualquer ajuste exige “rezar”?</li>
</ul>



<p>Se sim, o projeto não foi pensado para evoluir.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-padrao-por-tras-de-tudo-isso">O padrão por trás de tudo isso</h2>



<p>Projetos WordPress mal feitos geralmente compartilham a mesma origem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Pressa</li>



<li>Preço baixo</li>



<li>Soluções visuais</li>



<li>Falta de base técnica</li>
</ul>



<p>O site até funciona, mas <strong>vive no limite</strong>.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-importante-wordpress-nao-e-o-problema">Importante: WordPress não é o problema</h2>



<p>WordPress bem utilizado:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>É rápido</li>



<li>Escala</li>



<li>É estável</li>



<li>Aguenta tráfego</li>



<li>É fácil de manter</li>
</ul>



<p>O problema nunca foi o CMS.<br>O problema é <strong>como ele é usado</strong>.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p>Identificar um projeto WordPress mal feito cedo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Evita retrabalho</li>



<li>Evita prejuízo</li>



<li>Evita desgaste com cliente</li>



<li>Evita promessas que não podem ser cumpridas</li>
</ul>



<p>E a melhor parte:<br><strong>você não precisa de ferramenta cara, só de olhar técnico</strong>.</p>
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		<item>
		<title>O que é Lighthouse e como usar para melhorar seu site</title>
		<link>https://leonardonascimento.dev/blog/o-que-e-lighthouse-e-como-usar-para-melhorar-seu-site/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Leonardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2026 23:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[API]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Performance, acessibilidade e boas práticas deixaram de ser “detalhes técnicos” e passaram a impactar diretamente tráfego, conversão e experiência do usuário. Para ajudar a medir esses pontos de forma objetiva, o Google criou o Google Lighthouse. Mais do que uma nota colorida, o Lighthouse é uma ferramenta de diagnóstico. Saber usá-lo corretamente evita decisões erradas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Performance, acessibilidade e boas práticas deixaram de ser “detalhes técnicos” e passaram a impactar diretamente tráfego, conversão e experiência do usuário. Para ajudar a medir esses pontos de forma objetiva, o Google criou o <strong>Google Lighthouse</strong>.</p>



<p>Mais do que uma nota colorida, o Lighthouse é uma ferramenta de diagnóstico. Saber usá-lo corretamente evita decisões erradas e otimizações inúteis.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-que-e-o-lighthouse">O que é o Lighthouse</h2>



<p>O Lighthouse é uma ferramenta automatizada de auditoria de páginas web. Ele analisa uma URL e gera um relatório com métricas e recomendações em cinco áreas principais:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Performance</strong></li>



<li><strong>Acessibilidade</strong></li>



<li><strong>Boas práticas</strong></li>



<li><strong>SEO</strong></li>



<li><strong>Progressive Web App (PWA)</strong></li>
</ul>



<p>O objetivo não é apenas pontuar o site, mas mostrar <strong>onde estão os gargalos reais</strong>.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-onde-o-lighthouse-esta-disponivel">Onde o Lighthouse está disponível</h2>



<p>Você pode usar o Lighthouse de várias formas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Chrome DevTools</strong> (nativo do navegador)</li>



<li><strong>Linha de comando (CLI)</strong></li>



<li><strong>CI/CD</strong> (auditorias automatizadas)</li>



<li><strong>Ferramentas online baseadas no Lighthouse</strong></li>
</ul>



<p>Para a maioria dos casos, o DevTools já resolve bem.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-como-rodar-o-lighthouse-pelo-chrome">Como rodar o Lighthouse pelo Chrome</h2>



<ol class="wp-block-list">
<li>Abra o site no Chrome</li>



<li>Pressione <code>F12</code> ou <code>Ctrl + Shift + I</code></li>



<li>Vá até a aba <strong>Lighthouse</strong></li>



<li>Escolha o tipo de dispositivo (Mobile ou Desktop)</li>



<li>Clique em <strong>Generate report</strong></li>
</ol>



<p>Em poucos segundos, o relatório é gerado.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-as-metricas-mais-importantes-e-o-que-elas-significam">As métricas mais importantes (e o que elas significam)</h2>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-performance">Performance</h3>



<p>Avalia tempo de carregamento e resposta da página. Algumas métricas-chave:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>LCP (Largest Contentful Paint)</strong><br>Mede quando o maior elemento visível aparece. Impacta diretamente a percepção de velocidade.</li>



<li><strong>INP (Interaction to Next Paint)</strong><br>Avalia a resposta do site às interações do usuário.</li>



<li><strong>CLS (Cumulative Layout Shift)</strong><br>Mede instabilidade visual (elementos “pulando” na tela).</li>
</ul>



<p>Essas métricas fazem parte do <strong>Core Web Vitals</strong>, usados pelo Google como sinal de experiência.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-acessibilidade">Acessibilidade</h3>



<p>Verifica se o site pode ser usado por pessoas com limitações visuais, motoras ou cognitivas. Exemplos de checagem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>contraste de cores</li>



<li>textos alternativos em imagens</li>



<li>labels em formulários</li>



<li>estrutura semântica do HTML</li>
</ul>



<p>Mesmo que não seja um requisito legal em todos os casos, acessibilidade melhora usabilidade para todos.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-boas-praticas">Boas práticas</h3>



<p>Aqui entram problemas mais técnicos, como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>uso de APIs inseguras</li>



<li>imagens com proporções erradas</li>



<li>erros de console</li>



<li>bibliotecas desatualizadas</li>
</ul>



<p>É uma área que ajuda a manter o site saudável ao longo do tempo.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-seo">SEO</h3>



<p>O Lighthouse não substitui ferramentas avançadas de SEO, mas valida o básico:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>meta tags essenciais</li>



<li>indexabilidade</li>



<li>uso correto de links</li>



<li>estrutura mínima de conteúdo</li>
</ul>



<p>Se o site falha aqui, dificilmente terá bom desempenho orgânico.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-o-erro-mais-comum-otimizar-so-para-a-nota">O erro mais comum: otimizar só para a nota</h2>



<p>Muita gente usa o Lighthouse como competição de pontuação. Isso é um erro.</p>



<p>Um site pode ter nota 100 e ainda assim:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>carregar dados desnecessários</li>



<li>ter arquitetura ruim</li>



<li>sofrer em cenários reais de tráfego</li>
</ul>



<p>O relatório deve ser lido como <strong>ferramenta de diagnóstico</strong>, não como objetivo final.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-mobile-vs-desktop-sempre-priorize-mobile">Mobile vs Desktop: sempre priorize mobile</h2>



<p>O Google avalia sites com <strong>mobile-first indexing</strong>. Isso significa que:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>o relatório mobile é mais relevante</li>



<li>problemas no mobile impactam mais SEO</li>



<li>otimizações devem começar pelo mobile</li>
</ul>



<p>Um site rápido no desktop e lento no celular está em desvantagem.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-lighthouse-em-producao-e-ci-cd">Lighthouse em produção e CI/CD</h2>



<p>Em projetos mais maduros, o Lighthouse pode rodar automaticamente:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>antes de deploy</li>



<li>após mudanças críticas</li>



<li>em pipelines de CI/CD</li>
</ul>



<p>Isso ajuda a evitar regressões de performance e garante que melhorias não sejam perdidas com o tempo.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-limitacoes-do-lighthouse">Limitações do Lighthouse</h2>



<p>Apesar de poderoso, o Lighthouse tem limites:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>roda em ambiente controlado</li>



<li>não reflete todos os cenários reais</li>



<li>não substitui métricas de usuários reais (RUM)</li>
</ul>



<p>O ideal é combiná-lo com dados reais de uso, como relatórios de experiência de campo.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-quando-o-lighthouse-faz-mais-diferenca">Quando o Lighthouse faz mais diferença</h2>



<p>Ele é especialmente útil para:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>identificar gargalos iniciais de performance</li>



<li>validar mudanças estruturais</li>



<li>educar times sobre impacto técnico</li>



<li>criar baseline de qualidade</li>
</ul>



<p>Não é uma bala de prata, mas é um excelente ponto de partida.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p>O Lighthouse não serve para “tirar nota alta”, mas para <strong>entender como o site se comporta</strong> do ponto de vista do usuário. Quando usado com critério, ele direciona otimizações que realmente fazem diferença.</p>



<p>Ignorá-lo pode custar performance, experiência e visibilidade. Usá-lo mal pode custar tempo. O valor está em interpretar os dados, não apenas executá-los.</p>
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