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	<title>erros em produção Archives - Leonardo Nascimento | Engenheiro de Software</title>
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	<description>Especializado em backend, APIs e sistemas escaláveis. Experiência em arquitetura de sistemas, integrações, mensageria, performance e aplicações de alta disponibilidade.</description>
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	<title>erros em produção Archives - Leonardo Nascimento | Engenheiro de Software</title>
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		<title>Erros que já cometi em produção (e o que aprendi com eles)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leonardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jan 2026 15:41:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Produção cobra e cobra caro. E quase sempre ensina do jeito mais desconfortável possível. Ao longo do tempo, com sistemas rodando de verdade, usuários usando, integrações acontecendo e volume crescendo, alguns erros deixam de ser teóricos e passam a ter impacto real. Não são erros de sintaxe ou de framework. São erros de decisão, de [&#8230;]</p>
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<p>Produção cobra e cobra caro. E quase sempre ensina do jeito mais desconfortável possível.</p>



<p>Ao longo do tempo, com sistemas rodando de verdade, usuários usando, integrações acontecendo e volume crescendo, alguns erros deixam de ser teóricos e passam a ter impacto real. Não são erros de sintaxe ou de framework. São erros de decisão, de suposição e, principalmente, de experiência.</p>



<p>Compartilhar esses erros não é exposição. É maturidade técnica.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p>Um dos primeiros erros que cometi foi <strong>assumir que o “funciona local” era suficiente</strong>. O sistema atendia aos requisitos, passava nos testes básicos e parecia estável. O problema é que produção adiciona concorrência, latência, falhas externas e volume. Coisas que simplesmente não existem no ambiente local. Aprendi cedo que testar comportamento é diferente de testar contexto.</p>



<p>Outro erro recorrente foi <strong>confiar demais em serviços externos</strong>. APIs de terceiros pareciam estáveis até o dia em que começaram a responder lentamente ou falhar intermitentemente. Sem timeout bem definido, sem fallback e sem isolamento, o problema externo se transformou em indisponibilidade interna. A lição aqui foi clara: dependência externa precisa ser tratada como ponto de falha, não como extensão do seu sistema.</p>



<p>Também já subestimei o impacto da <strong>concorrência</strong>. Processos rodando em paralelo, filas consumidas por múltiplos workers e requisições simultâneas expuseram condições de corrida que nunca apareceram em teste. Duplicidade de execução, dados inconsistentes e comportamentos estranhos surgiram sem aviso. Foi aí que aprendi, na prática, que idempotência não é detalhe, é requisito.</p>



<p>Houve momentos em que <strong>cache foi usado como solução rápida</strong>, sem critério. Funcionou no início, melhorou performance, mas criou uma nova classe de problema: inconsistência. Dados desatualizados começaram a aparecer e o esforço para entender se o problema estava no código, no banco ou no cache aumentou bastante. Cache resolveu o sintoma, mas atrasou o diagnóstico da causa real.</p>



<p>Outro erro comum foi <strong>logar pouco ou logar demais</strong>. Logs insuficientes tornam qualquer incidente uma investigação no escuro. Logs excessivos, por outro lado, dificultam encontrar o que realmente importa. Com o tempo, aprendi que log bom é aquele que ajuda a responder perguntas, não o que registra tudo.</p>



<p>Já deixei passar também a importância de <strong>monitorar comportamento, não só infraestrutura</strong>. CPU e memória estavam normais, mas usuários reclamavam de lentidão. O problema não era recurso, era fluxo. A partir daí, ficou claro que disponibilidade e latência percebida dizem muito mais sobre a saúde do sistema do que gráficos isolados.</p>



<p>Em alguns momentos, tomei decisões de arquitetura rígidas cedo demais. Abstrações complexas criadas “pensando no futuro” acabaram dificultando mudanças simples. Arquitetura precisa dar suporte à evolução, não impedir. Esse tipo de erro não quebra o sistema imediatamente, mas cobra juros altos com o tempo.</p>



<p>Por fim, talvez o erro mais sutil tenha sido <strong>não tratar operação como parte do desenvolvimento</strong>. Código foi escrito pensando em funcionalidade, não em manutenção, observabilidade ou resposta a incidentes. Produção mostrou que escrever código é apenas uma parte do trabalho. Operar o sistema é a outra metade.</p>



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<h2 class="wp-block-heading">O que ficou de aprendizado</h2>



<p>Produção não perdoa suposições. Ela expõe decisões frágeis, atalhos técnicos e falta de preparo. Cada erro deixou uma lição clara: sistemas precisam ser pensados para falhar, para escalar e para serem operados por pessoas reais.</p>



<p>Errar faz parte. Repetir os mesmos erros é escolha.</p>
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