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Performance, acessibilidade e boas práticas deixaram de ser “detalhes técnicos” e passaram a impactar diretamente tráfego, conversão e experiência do usuário. Para ajudar a medir esses pontos de forma objetiva, o Google criou o Google Lighthouse.
Mais do que uma nota colorida, o Lighthouse é uma ferramenta de diagnóstico. Saber usá-lo corretamente evita decisões erradas e otimizações inúteis.
O Lighthouse é uma ferramenta automatizada de auditoria de páginas web. Ele analisa uma URL e gera um relatório com métricas e recomendações em cinco áreas principais:
O objetivo não é apenas pontuar o site, mas mostrar onde estão os gargalos reais.
Você pode usar o Lighthouse de várias formas:
Para a maioria dos casos, o DevTools já resolve bem.
F12 ou Ctrl + Shift + IEm poucos segundos, o relatório é gerado.
Avalia tempo de carregamento e resposta da página. Algumas métricas-chave:
Essas métricas fazem parte do Core Web Vitals, usados pelo Google como sinal de experiência.
Verifica se o site pode ser usado por pessoas com limitações visuais, motoras ou cognitivas. Exemplos de checagem:
Mesmo que não seja um requisito legal em todos os casos, acessibilidade melhora usabilidade para todos.
Aqui entram problemas mais técnicos, como:
É uma área que ajuda a manter o site saudável ao longo do tempo.
O Lighthouse não substitui ferramentas avançadas de SEO, mas valida o básico:
Se o site falha aqui, dificilmente terá bom desempenho orgânico.
Muita gente usa o Lighthouse como competição de pontuação. Isso é um erro.
Um site pode ter nota 100 e ainda assim:
O relatório deve ser lido como ferramenta de diagnóstico, não como objetivo final.
O Google avalia sites com mobile-first indexing. Isso significa que:
Um site rápido no desktop e lento no celular está em desvantagem.
Em projetos mais maduros, o Lighthouse pode rodar automaticamente:
Isso ajuda a evitar regressões de performance e garante que melhorias não sejam perdidas com o tempo.
Apesar de poderoso, o Lighthouse tem limites:
O ideal é combiná-lo com dados reais de uso, como relatórios de experiência de campo.
Ele é especialmente útil para:
Não é uma bala de prata, mas é um excelente ponto de partida.
O Lighthouse não serve para “tirar nota alta”, mas para entender como o site se comporta do ponto de vista do usuário. Quando usado com critério, ele direciona otimizações que realmente fazem diferença.
Ignorá-lo pode custar performance, experiência e visibilidade. Usá-lo mal pode custar tempo. O valor está em interpretar os dados, não apenas executá-los.
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