WhatsApp é um canal excelente para alerta porque ele tem uma característica que e-mail e dashboard não têm: chega onde você está. O problema é que a maioria das implementações vira bagunça rápido — alerta demais, duplicado, sem contexto, e em pouco tempo todo mundo ignora.
A forma correta de fazer isso é tratar WhatsApp como camada de notificação, não como sistema de monitoramento. Você continua monitorando com ferramentas e sinais confiáveis (uptime, métricas, logs, filas, erros), mas centraliza o envio e a governança dos alertas em um lugar só — e aí o Notifish entra bem.
A ideia é simples: qualquer evento relevante → vira um “evento de notificação” → Notifish entrega no WhatsApp.
WhatsApp deve receber só o que exige ação ou atenção rápida. Em produção, eu separo em três níveis:
Crítico (manda sempre):
Alerta (manda com filtro):
Informativo (geralmente não manda no WhatsApp):
O que destrói o canal é “alerta informativo demais”. WhatsApp é para sinal forte.
O melhor padrão é este:
Esse desenho escala porque você não espalha envio de WhatsApp por todo sistema. Você centraliza.
Uma mensagem útil precisa ter contexto mínimo e ação sugerida:
Exemplo de payload humano:
ALERTA CRÍTICO: API 5xx alto
Ambiente: prod | Serviço: api
Erros 5xx: 18% (últimos 5 min)
Endpoint: /api/orders
Ação: verificar logs + dependência “Payments”
Você pode integrar de dois jeitos:
Bom quando você mesmo detecta (fila, logs, métricas internas).
Bom para health-check e métricas do servidor (quando a ferramenta já faz o “detector”).
Como você pediu implementação via API, vou te mostrar um modelo que funciona bem
{
"message": "Sua mensagem de alerta",
"identifier": "seu identificador único de disparo",
"link": true,
"typing": "composing",
"delayMessage": 1200
}
Por que esse formato funciona:
class NotifishClient
{
public function sendToGroups(string $message, string $identifier, bool $link = true, int $delayMs = 0, string $typing = 'composing'): void
{
$url = rtrim(config('services.notifish.base_url'), '/')
. '/api/v2/' . config('services.notifish.instance')
. '/whatsapp/message/groups';
$payload = [
'message' => $message,
'identifier' => $identifier,
'link' => $link,
'typing' => $typing,
'delayMessage' => $delayMs,
];
$response = Http::withToken(config('services.notifish.token'))
->acceptJson()
->contentType('application/json')
->timeout(8)
->post($url, $payload);
if (!$response->successful()) {
logger()->error('Notifish send failed', [
'status' => $response->status(),
'body' => $response->body(),
'identifier' => $identifier,
]);
}
}
}
Se você fizer só “manda mensagem”, em 2 semanas o canal morre. Algumas regras que eu considero obrigatórias:
1) Deduplicação
dedupe_key.2) Rate limit por severidade
3) Idempotência
4) Conteúdo curto
WhatsApp é leitura rápida. Se precisar detalhe, coloque em meta e mande link para logs/dashboard quando possível.
5) Escalonamento
Se continuar crítico por X tempo, notifica outro grupo/gestor.
Você pode começar com estes gatilhos (são os que mais dão retorno):
Monitorar “pelo WhatsApp” não é substituir observabilidade por chat. É transformar sinais importantes em alertas acionáveis, com governança. O Notifish entra como a peça que centraliza o envio e impede que cada sistema invente seu próprio jeito de notificar.
Se você faz dedupe, rate limit, severidade e contexto mínimo, o WhatsApp vira um canal confiável — e não um spam de produção.
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